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14 TENDÊNCIAS DE FUTURO E QUEM CHEGOU NA FRENTE!


No futuro, as lojas usarão espelhos inteligentes para sugerir os melhores produtos e as empresas pedirão ajuda de consumidores para criar serviços melhores.

É o que aponta a pesquisa "Estágio da Aplicação nas Empresas Brasileiras das Principais Tendências de Relacionamento com Clientes e Consumidores”. A consultoria DOM Strategy Partners conversou com 247 varejistas de 20 setores, como hipermercados, bancos e telefonia, para entender qual será a cara do varejo no futuro.
Ainda que a adoção das brasileiras seja baixa, a pesquisa destacou grandes exemplos nacionais, como o Pão de Açúcar, Bradesco e Diletto, que estão em linha com as principais tendências globais.
Para Daniel Domeneghetti, especialista da consultoria, as empresas precisam se adequar às mudanças no mercado, sem correr o risco de perder o foco. “Se não inovarem, elas não existirão em 10 anos”, afirma. Confira nas imagens as 14 marcas do varejo do futuro. 

1 - Fast Trending

Zara quebrou paradigmas da moda. Ao contrário de peças feitas para durar, ela consegue lançar tendências mais rápido que as concorrentes em coleções curtas. 

2 – Inovar no Engajamento
As varejistas estão mais preocupadas em levar o consumidor a interagir com suas marcas e produtos.A Chilli Beans é uma das varejistas que inovou nessa área.

3 - Inacabado
Aqui, a ideia é que o produto final sempre vai estar inacabado. Ao adotar essa mentalidade, a empresa lança produtos mais rapidamente e pode adaptá-los ou até consertá-los de acordo com o feed back do cliente. Assim, ela ultrapassa a concorrência e tem produtos mais adequados ao mercado.

4 – The Customer 360°

Cada vez mais, companhias desenvolvem todas as suas operações tendo o cliente como parte central. Do atendimento ao sistema de gestão, essas companhias pensam de fora para dentro.

5 – Curadoria

Quando a empresa tem uma legião de consumidores fiéis, eles se tornam seus embaixadores e curadores. Mais do que revendedores de varejistas que operam com venda direta, esses clientes irão defender o negócio para outras pessoas.

6 – Customização em massa

Ao incorporar tecnologias, plataformas, canais e forte inteligência de dados, as companhias conseguem customizar e segmentar quase todos os seus produtos. É o caso do Subway, que faz cada sanduíche ao gosto do cliente, e o Banco do Brasil, bastante segmentado.

7 - Consumidores no centro da cadeia

Mais do que pedir a colaboração do usuário para aparar arestas soltas, algumas empresas contam com ele para construir o produto do zero, que pode ser desde um sabor novo a desenvolver um projeto. Cerca de 19% varejistas seguem essa linha. 

8 – Entregar experiências

Mais do que um simples produto, o consumidor quer receber uma oferta completa, uma experiência. Um dos exemplos da pesquisa é a Diletto. Mais do que um sorvete, ela entrega uma história junto com sua marca. A empresa também produz sabores específicos para lanchonetes parceiras, “entregando experiências diferentes”, 

9 – Integração de canais

No início, o varejo físico tinha apenas um canal de comunicação com o consumidor: a loja. Depois, criou franquias, venda direta, comércio eletrônico, atendimento ao cliente pelo telefone, chat e email, redes sociais.Esse aumento expressivo de canais trouxe diversos problemas para as varejistas, como a falta de integração das informações. Agora, as varejistas buscam reparar esse erro e ajustar todos seus canais de vendas e atendimento. A tendência foi percebida em 41% dos negócios e o Boticário e o Itaú Unibanco são bons exemplos, de acordo com a consultoria.

10 – Varejo de dados

Mais do que entender os hábitos do consumidor a partir de dados coletados nas lojas, essa tendência, que tem um grau de adoção de 28%, diz respeito à reestruturação de todo o negócio em torno de informações. No futuro, o varejo também será mais mobile e convergente.

11- Flagships

Tradicionalmente era vendida em supermercados e outras varejistas, a Bauducco é uma das marcas que decidiu investir em lojas próprias. A Swift, fabricante de carnes, é outro exemplo. Elas buscam formas diferentes de expor seus produtos e construir sua marca, o que nem sempre é possível dentro de outra loja. Esse modelo ainda é pouco usado no Brasil, com apenas 12% de adoção.

12 – Combos

McDonald’s é o melhor exemplo dessa tendência. Mais do que juntar batata frita e refrigerante ao lanche, ele também oferece sucos, água de coco, maçã, salada, sorvetes com doces diferentes.
Para atender seu cliente da melhor forma possível, a rede de fast food passou a vender produtos de outras marcas.
“Ela compôs o seu portfólio de ofertas juntando produtos de terceiros. Mais vale satisfazer seu consumidor do que só vender produtos de marca própria”.

13 – Sustentabilidade

Segundo a consultoria, o varejo está mudando seu entendimento sobre a responsabilidade de suas operações. “As companhias estão assumindo na prática seu papel na cadeia de transformação sustentável da sociedade e dos mercados”.
Natura, que valoriza produtos naturais e fabricação local, e o McDonald’s, envolvido em diversos projetos sociais, foram colocados como representantes da tendência, que tem 39% de adoção no Brasil.

14 – Longo prazo

De acordo com a consultoria, as empresas darão mais importância ao relacionamento de longo prazo com o consumidor do que o ganho imediato. Quanto mais tempo o cliente usa o serviço, mais ele será premiado. Seguindo essa tendência estão dois bancos, o Bradesco e Santander. Para a consultoria, eles estão trabalhando para ter um relacionamento longevo com seus clientes, independente do ganho financeiro que ele ofereça a empresa.
Fonte: Exame.com

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